Como falamos na parte 1 deste texto, o cenário global que se desenha para 2026 é marcado por instabilidade prolongada, fragmentação de regras, avanço tecnológico acelerado e decisões políticas com efeitos imediatos sobre a economia e os negócios. Nesse contexto, o risco deixa de ser um evento pontual e passa a integrar a própria rotina empresarial. Diante disso, a advocacia empresarial não pode mais atuar apenas de forma reativa, ela precisa integrar o processo decisório.