A notícia de que o Brasil perdeu cerca de 1.200 milionários em 2025, segundo estimativas citadas pela Bloomberg Línea com base em análises da Henley & Partners, chamou atenção pelo número, mas o dado mais relevante não está na estatística em si.
A notícia de que o Brasil perdeu cerca de 1.200 milionários em 2025, segundo estimativas citadas pela Bloomberg Línea com base em análises da Henley & Partners, chamou atenção pelo número, mas o dado mais relevante não está na estatística em si.
Por muito tempo, a corrida foi vista como o esporte mais simples que existe: um par de tênis, a rua e disposição.Hoje, essa leitura já não explica o fenômeno.
Por trás das marcas visíveis, quase sempre existe uma estrutura societária organizada, pensada para separar riscos, concentrar decisões, proteger patrimônio e permitir crescimento de longo prazo. Esse papel, na maioria dos casos, é exercido por holdings.
A Copa do Mundo de 2026 não é apenas um evento esportivo. Para muitas empresas, ela representa uma janela concreta de oportunidades comerciais, aumento de visibilidade e estímulo pontual ao consumo.
Um estudo global conduzido pela Harvard Business Impact, que ouviu mais de 1.100 líderes em 14 países, aponta um diagnóstico claro: o maior desafio da liderança contemporânea não é saber fazer, mas saber decidir em ambientes instáveis, ambíguos e em constante mudança.
Como falamos na parte 1 deste texto, o cenário global que se desenha para 2026 é marcado por instabilidade prolongada, fragmentação de regras, avanço tecnológico acelerado e decisões políticas com efeitos imediatos sobre a economia e os negócios. Nesse contexto, o risco deixa de ser um evento pontual e passa a integrar a própria rotina empresarial. Diante disso, a advocacia empresarial não pode mais atuar apenas de forma reativa, ela precisa integrar o processo decisório.
O mundo não entra em um novo ciclo de crescimento previsível. Ele atravessa uma zona de instabilidade prolongada, marcada por tensões políticas, rearranjos geopolíticos, avanço tecnológico acelerado e decisões tomadas sob pressão. Essa é a leitura central de The World Ahead 2026, publicação anual da The Economist, editada por Tom Standage. Mais do que antecipar eventos isolados, o relatório aponta um pano de fundo comum: as regras do jogo global estão menos claras, menos estáveis e mais sujei
Pequenas e médias empresas dominam o ticket médio da Black Friday. Entenda como transformar a oportunidade em lucro sustentável, protegendo sua operação contra riscos de LGPD e conflitos contratuais.